
Segundo boghi(2002) o desperdício de energia não chega a ser uma poluição mas tem grande influência, sendo um dos fatores determinantes. O que representa uma das preocupações da Ti em relação ao meio ambiente. Computadores e equipamentos eletrônicos ligados horas e horas representam um grande o consumo de energia.
O Brasil, hoje segundo os dados da Associação Brasileira das Empresas de Conservação de Energia (Abesco) desperdiça anualmente cerca de 12,6 milhões de megawatts-hora. Segundo a associação a energia seria suficiente para abastecer a cidade do Rio de Janeiro durante pelo menos um ano. O desperdício representa R$ 11,3 bilhões, dinheiro gasto a mais em energia que não é usada.Os dados indicam ainda que o setor público seja o que, proporcionalmente, mais desperdiça energia: cerca de 40% dos gastos com luz dos governos municipal, estadual e federal são para pagar a conta do desperdício. Se todos os projetos do setor público voltados à economia de energia fossem colocados em prática hoje, em um ano o Brasil diminuiria o desperdício em cerca de 300 megawatts-hora.
Além do governo, as empresas também têm grande participação no consumo e como conseqüência desperdício de energia.
As novas tecnologias de informação e telecomunicações segundo artigo publicado no Instituto Brasileiro de Produção Sustentável e Direito Ambiental (IBPS) podem ajudar as empresas a economizar 43 bilhões em energia elétrica até 2020 e também a reduzir gases causadores do efeito estufa em até 113 milhões de toneladas por ano só na Europa. Tudo isso possibilitado pela Ti verde como smart grid (rede inteligente de distribuição de energia), os sistemas de teleconferências e automação dos processos industriais estão entre as 13 grandes oportunidades de negócio gerados pela Ti verde.
O Brasil, hoje segundo os dados da Associação Brasileira das Empresas de Conservação de Energia (Abesco) desperdiça anualmente cerca de 12,6 milhões de megawatts-hora. Segundo a associação a energia seria suficiente para abastecer a cidade do Rio de Janeiro durante pelo menos um ano. O desperdício representa R$ 11,3 bilhões, dinheiro gasto a mais em energia que não é usada.Os dados indicam ainda que o setor público seja o que, proporcionalmente, mais desperdiça energia: cerca de 40% dos gastos com luz dos governos municipal, estadual e federal são para pagar a conta do desperdício. Se todos os projetos do setor público voltados à economia de energia fossem colocados em prática hoje, em um ano o Brasil diminuiria o desperdício em cerca de 300 megawatts-hora.
Além do governo, as empresas também têm grande participação no consumo e como conseqüência desperdício de energia.
As novas tecnologias de informação e telecomunicações segundo artigo publicado no Instituto Brasileiro de Produção Sustentável e Direito Ambiental (IBPS) podem ajudar as empresas a economizar 43 bilhões em energia elétrica até 2020 e também a reduzir gases causadores do efeito estufa em até 113 milhões de toneladas por ano só na Europa. Tudo isso possibilitado pela Ti verde como smart grid (rede inteligente de distribuição de energia), os sistemas de teleconferências e automação dos processos industriais estão entre as 13 grandes oportunidades de negócio gerados pela Ti verde.
Ainda segundo ao artigo o impacto do uso destas tecnologias nas emissões de carbono é significativo, e podem representar 2,4% da meta de redução das emissões nos países da União Européia. Até 2020, os países da EU devem reduzir suas emissões em 20%. Para isso grandes investimentos estão sendo feitos na área de geração de energia renováveis, como destaque se apresenta a smart grid que pode representar até 70% da redução nas emissões de gases poluentes, pois evita perdas nos sistemas de distribuição de energia.Para o artigo apesar dos estudos apresentados não tratarem do Brasil, a maior parte das tecnologias apresentadas já existem no país e podem ajudar no combate ao desperdício de energia.
Ainda tratando de empresas, nas indústrias se apresentam os melhores exemplos da utilização da tecnologia da informação para evitar desperdícios. Segundo o artigo da IBTS um exemplo seria a empresa Fosfértil, que produz matérias-primas para fertilizantes, conseguiu reduzir 12% do seu consumo de energia elétrica nos últimos 3 anos, após adotar um sistema de gestão de processos, ou seja, acompanhar passo a passo dos processos realizados dentro da organização foi possível identificar focos de desperdícios e minimizá-los ou até mesmo eliminá-los.
Segundo artigo da Computerworld Guia Executivo para Decisões Estratégicas a Ti pode contribuir não apenas para redução de consumo de energia, mas também gerar lucros. A Ti além de economizar os gastos com energia também pode melhorar a imagem da organização junto aos clientes, além de contribuir com adequação as legislações vigentes governamentais. Assim, desperdícios de energia existem, mas também as formas de minimizar ou até mesmo eliminar. Aplicá-los é o principal desafio das pessoas, empresas, governos e a Ti está para auxiliar a tomadas de decisões e colaborar de forma proativa em ações que significam resultados mensuráveis e possíveis de se alcançar.
EXEMPLOS DE PROPOSTAS PARA AMENIZAR OS IMPACTOS CAUSADOS PELO HOMEM.
Sistema de no-breaks que utiliza baterias com dielétricos pouco poluentes; além disso, são exigidas dos fornecedores as certificações necessárias e um sério processo de reciclagem das baterias.
Servidores em Cloud Computing que contam com balanceamento dinâmico e otimização contínua e automatizada dos recursos disponíveis reduzindo de maneira inteligente 80% consumo de energia do Data Center
Cientistas britânicos criam peixe-robô para detectar poluição


Os robôs em formato de carpa, que custam 20 mil libras (US$ 29 mil, cerca de R$ 65 mil) a unidade e medem 1,5 metro de comprimento, imitam o movimento de peixes reais e são equipados com sensores químicos para descobrir potenciais poluentes perigosos, como vazamentos de embarcações ou oleodutos submersos.
Eles transmitirão a informação para costa por meio de tecnologia de rede sem fio Wi-Fi. Para isso, contarão com ajuda de bases que também servem para recarregar suas baterias.
Diferentemente do peixe robô anterior, que precisava de controle remoto, os novos modelos poderão navegar independentemente, sem nenhuma interação humana.
Rory Doyle, cientista-sênior da companhia de engenharia BMT Group, que desenvolve o peixe-robô com pesquisadores da Essex University, disse que há boas razões para se fabricar um robô em formato de peixe em vez de um mini-submarino convencional.
"Ao usar um peixe-robô, nós estamos utilizando um design criado há centenas de milhões de anos pela evolução e que é incrivelmente eficiente em consumo de energia", acrescentou ele.
"Essa eficiência é algo que nós precisamos para garantir que nossos sensores de detecção de poluentes possam navegar no ambiente aquático por horas."
Eles transmitirão a informação para costa por meio de tecnologia de rede sem fio Wi-Fi. Para isso, contarão com ajuda de bases que também servem para recarregar suas baterias.
Diferentemente do peixe robô anterior, que precisava de controle remoto, os novos modelos poderão navegar independentemente, sem nenhuma interação humana.
Rory Doyle, cientista-sênior da companhia de engenharia BMT Group, que desenvolve o peixe-robô com pesquisadores da Essex University, disse que há boas razões para se fabricar um robô em formato de peixe em vez de um mini-submarino convencional.
"Ao usar um peixe-robô, nós estamos utilizando um design criado há centenas de milhões de anos pela evolução e que é incrivelmente eficiente em consumo de energia", acrescentou ele.
"Essa eficiência é algo que nós precisamos para garantir que nossos sensores de detecção de poluentes possam navegar no ambiente aquático por horas."

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